Até dezembro do ano 2009, passou pelo Terminal de Cargas do Aeroporto Internacional Castro Pinto, na Grande João Pessoa, um volume de encomendas 14 vezes maior do que em 2008, chegando a 800 toneladas. No final deste ano de 2010, esse número deverá ainda dobrar. A estimativa é da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).
O aumento é consequência da ampliação nas operações do local, que passou a trabalhar também com cargas nacionais. O "efeito dominó" disso tudo será mais arrecadação de tributos para o Estado, aumento de oferta de emprego e queda no preço das passagens aéreas.
O aumento é consequência da ampliação nas operações do local, que passou a trabalhar também com cargas nacionais. O "efeito dominó" disso tudo será mais arrecadação de tributos para o Estado, aumento de oferta de emprego e queda no preço das passagens aéreas.
O superintendente da Infraero na Paraíba, Usiel Paulo Vieira, explicou que a carga internacional é de valor agregado maior, mesmo sendo de peso inferior que a nacional. "Com a implantação do terminal de Carga Nacional, chegamos a 800 toneladas no final deste ano e ao dobro em 2010, porque a carga doméstica é mais volumosa", comparou.
Segundo a Infraero, o aeroporto da Grande João Pessoa não tem perfil para operar aeronaves cargueiras. Por isso, está sendo feito o reaproveitamento do porão dos aviões domésticos. "Isso vai refletir na queda do custo operacional, com redução do preço das passagens", afirmou. "Estamos fechando contrato com empresas aéreas que estão trazendo transbordos para João Pessoa", disse, sem entrar em mais detalhes sobre a negociação.
Porão de aviões domésticos são reaproveitados
De acordo com informações passadas pela Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico (SETDE), o Terminal de Cargas da Infraero foi responsável pelo movimento de 57 mil quilos de carga durante 2008. O local conta atualmente com uma área de mil metros quadrados, atndendo a demanda nacional e internacional.
Na área de importação, o Terminal de Cargas da Infraero já oferece, atualmente, espaço para armazenamento de peças para reposição de máquinas têxteis e para embarcações; equipamentos médico-hospitalares, de informática e de pesquisa; vestuário; matéria-prima para fabricação de tecido; bagagem desacompanhada; componentes eletrônicos para montagem de Centrais Telefônicas; e tonner para cartuchos de impressão.Fonte: Por Cecília Noronha, do Jornal O Norte




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