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By Ferramentas Blog

13 janeiro 2010

Lixão compromete segurança de voos em Campina Grande.

A presença de lixo e de funcionamento de matadouros clandestinos nas proximidades do Aeroporto Presidente João Suassuna, em Campina Grande, vem sendo a grande preocupação do superintendente da Infraero na cidade, Sérgio Baltoré, pois ele teme um acidente de grande proporção com as aeronaves, em função desta situação atrair pássaros, principalmente urubus. Somente no ano passado, conforme Sérgio, foram registradas duas colisões com urubus envolvendo aviões da Gol.

Os urubus que sobrevoam o Lixão do Serrotão, situado na Alça Sudoeste, também são riscos de acidentes para os aviões, conforme disse Sérgio Baltoré, tendo em vista a área ser rota de aproximação das aeronaves. "Infelizmente o Lixão é um espaço de proliferação de muitos urubus e por esse motivo precisa de uma solução, pois as colisões registradas em Campina Grande com os aviões da Gol aconteceram justamente na rota de aproximação". 

INFRAERO confirma colisão de pássaros com aviões da GOL em Campina Grande

O superintendente da Infraero (Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária) no aeroporto João Suassuna, na cidade de Campina Grande, na Paraíba, Sérgio Baltoré, revelou, nesta quarta-feria, 28, que houve dois registros de colisões com dois aviões da Gol Linha Aéreas com aves na rota de aproximação das aeronaves.

O primeiro incidente aconteceu no dia 1º janeiro e o outro no dia 24 de dezembro do ano passado. Baltoré disse ainda, que tem relatos de quatro pilotos de aviões de menor porte que tiveram que desviar de aves para não colidir. “Há um sério risco de acontecer um grave acidente”, denunciou.

Câmera registrou aves mortas perto da pista do aeroporto João Suassuna.

A Infraero, segundo Sérgio Batoré, tem pedido providências ao Ministério Público no sentido de providenciar ações para evitar o risco de acidentes. Uma dessas medidas seria a interdição ou transferência do lixão da cidade, que está localizado a 6,5 km do aeroporto, ferindo a lei que determina uma distância mínima de 20 km. O lixão, segundo o superintendente, está direto na rota de procedimentos de pousos e decolagens dos aviões. “há uma inércia das autoridades nesse sentido”, desabafou. Ele confirmou já ter participado de quatro audiências públicas, mas nada foi feito até o momento.
Além do lixão, há um matadouro clandestino próximo ao aeroporto em funcionamento. Baltoré denunciou também que os moradores não se preocupam com acondicionamento do lixo, o que cria um ambiente favorável ao surgimento de aves, como os urubus, que são as que provocam maior risco de acidente. “É necessário que seja construir urgentemente um aterro sanitário distante do aeroporto”, afirmou o superintendente. “Seria o Ministério Público o responsável por pedir, por exemplo, a interdição do lixão”, disse Baltoré.

Segundo o superintendente do aeroporto, a Infraero tem procurado fazer a sua parte, como limpar o terreno dentro de sua área de responsabilidade, feito ação de conscientização junto aos moradores próximo do João Suassuna e até utilizado rojões para afastar as aves em horários próximos à chegada e saída dos aviões. “Fazemos até uma vistoria para tentar encontrar algum tipo de animal ou lixo que atrai urubus, mas na área externa não temos qualquer gerência”, lamentou.

Fonte: Jetsite e INFRAERO

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