O presidente da Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), Cleonilson Nicácio Silva, alertou que a existência de três torres de transmissão da Chesf instaladas na cabeceira da pista do aeroporto João Suassuna, em Campina Grande, poderá limitar ainda mais as operações naquele equipamento, tendo em vista a discussão de um novo plano de segurança aéreo internacional, cujo as diretrizes entrarão em vigor a partir de janeiro de 2011 em todos os aeroportos.
No plano, segundo a assessoria de comunicação da Prefeitura de Campina Grande, há referência à presença de linhas de transmissão de energia elétrica nas proximidades dos aeroportos. Ontem, o prefeito da cidade, Veneziano Vital do Rêgo, confirmou que se reunirá com o diretor de Engenharia e Construção da Chesf, Engenheiro José Ailton de Lima, quarta-feira (13), quando esse assunto será discutido como prioridade.
Além das torres de transmissão, o aeroporto campinense também está sendo alvo de críticas em razão da proximidade de um ixão, que fica na rota dos procedimentos dos aviões para decolagem e aterrizagem. Veneziano Vital do Rêgo, disse que a prefeitura está tomando medidas para resolver esse problema, que terá recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
No plano, segundo a assessoria de comunicação da Prefeitura de Campina Grande, há referência à presença de linhas de transmissão de energia elétrica nas proximidades dos aeroportos. Ontem, o prefeito da cidade, Veneziano Vital do Rêgo, confirmou que se reunirá com o diretor de Engenharia e Construção da Chesf, Engenheiro José Ailton de Lima, quarta-feira (13), quando esse assunto será discutido como prioridade.
Além das torres de transmissão, o aeroporto campinense também está sendo alvo de críticas em razão da proximidade de um ixão, que fica na rota dos procedimentos dos aviões para decolagem e aterrizagem. Veneziano Vital do Rêgo, disse que a prefeitura está tomando medidas para resolver esse problema, que terá recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
Fábio Cardoso
Fonte: Turismo em Foco



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