Cumprindo papel essencial na negociação com o governador da Paraíba, José Maranhão, para a construção do aeroporto de Cajazeiras, as entidades de classe e entidades empresariais da cidade não estão contentes com o andamento dos trabalhos no canteiro de obras onde o aeroporto está sendo construído.
Em conversa com o Exatas News , o presidente do Sindicato do Comércio de Bens e Serviços (Sindibens), Alexandre Costa, demonstrou preocupaçao com o que ele chamou de “morosidade” na obra. Segundo Alexandre, pelo menos dois impasses fazem com que o trabalho no local esteja atualmente quase parado. A informação contradiz notícias veiculadas comumente pela assessoria de imprensa do governo e outros veículos de comunicação de que a obra está em ritmo acelerado.
Um desses impasses ainda acontece entre o Governo do Estado e a Energisa, empresa responsável pelo fornecimento de energia elétrica na Paraíba. Os dois lados não se entendem quanto à retirada de redes de alta tensão que passam pelo terreno onde o aeroporto está sendo construído, às margens da BR 230, saída para o Ceará.
Outro problema é com a empresa que venceu a licitação para o serviço de quebra de pedregulhos do terreno. Segundo o presidente do Sindibens, a empresa tem tido muita dificuldade para executar o serviço por causa de problemas com seu equipamento. A quebra dos pedregulhos é um serviço essencial para a continuação da obra de terraplanagem.
A terraplanagem, por sua vez, tem sido outra preocupaçao das entidades. Desde a assinatura da ordem de serviço pelo governador, no dia 12 de junho do ano passado, lá se vão nove meses e essa etapa da obra, que é a primeira, ainda não foi concluída. Com a aproximação do período eleitoral, que começa em junho, esgota-se cada vez mais o tempo para abrir licitações para a segunda etapa, que é de construção da pista, torres de comando e terminais de passageiros e bagagens.
Alexandre Costa lembrou que durante o período de campanha não é permitida abertura de licitações para obras, nem inaugurações. O presidente do Sindibens concluiu que a inauguração do aeroporto está ameaçada de acontecer na data prevista, ainda este ano.
Em conversa com o Exatas News , o presidente do Sindicato do Comércio de Bens e Serviços (Sindibens), Alexandre Costa, demonstrou preocupaçao com o que ele chamou de “morosidade” na obra. Segundo Alexandre, pelo menos dois impasses fazem com que o trabalho no local esteja atualmente quase parado. A informação contradiz notícias veiculadas comumente pela assessoria de imprensa do governo e outros veículos de comunicação de que a obra está em ritmo acelerado.
Um desses impasses ainda acontece entre o Governo do Estado e a Energisa, empresa responsável pelo fornecimento de energia elétrica na Paraíba. Os dois lados não se entendem quanto à retirada de redes de alta tensão que passam pelo terreno onde o aeroporto está sendo construído, às margens da BR 230, saída para o Ceará.
Outro problema é com a empresa que venceu a licitação para o serviço de quebra de pedregulhos do terreno. Segundo o presidente do Sindibens, a empresa tem tido muita dificuldade para executar o serviço por causa de problemas com seu equipamento. A quebra dos pedregulhos é um serviço essencial para a continuação da obra de terraplanagem.
A terraplanagem, por sua vez, tem sido outra preocupaçao das entidades. Desde a assinatura da ordem de serviço pelo governador, no dia 12 de junho do ano passado, lá se vão nove meses e essa etapa da obra, que é a primeira, ainda não foi concluída. Com a aproximação do período eleitoral, que começa em junho, esgota-se cada vez mais o tempo para abrir licitações para a segunda etapa, que é de construção da pista, torres de comando e terminais de passageiros e bagagens.
Alexandre Costa lembrou que durante o período de campanha não é permitida abertura de licitações para obras, nem inaugurações. O presidente do Sindibens concluiu que a inauguração do aeroporto está ameaçada de acontecer na data prevista, ainda este ano.
Fonte: CZ Agora/Exatas News



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