O voo charter semanal de Amsterdã para Natal, em operação há oito anos, e que passaria a ter João Pessoa como destino final, gerou polêmica entre Rio Grande do Norte e Paraíba na entrevista coletiva da BNTM, na semana passada, em Porto de Galinha (PE). Nossa coluna buscou os fatos e esclarece tudo, com os devidos detalhes.
As operadoras responsáveis, Fly Brazil e Tui Holanda, pretendiam realmente fazer de João Pessoa uma espécie de hub terrestre, já que poderiam distribuir os passageiros por quatro destinos: além de Natal e Pipa, a própria capital paraibana e Porto de Galinhas.
As operadoras responsáveis, Fly Brazil e Tui Holanda, pretendiam realmente fazer de João Pessoa uma espécie de hub terrestre, já que poderiam distribuir os passageiros por quatro destinos: além de Natal e Pipa, a própria capital paraibana e Porto de Galinhas.
O fato de o grupo hoteleiro Riu ter adquirido o Enotel, em Porto de Galinhas, foi o grande motivo do interesse em transferir o destino final da operação para João Pessoa, que fica mais próxima ao balneário pernambucano. O grupo Riu pertence à Tui.
O problema é que o Governo da Paraíba prometeu viabilizar o handling (serviço de atendimento ao voo) no Aeroporto Castro Pinto, em Bayeux, na Grande João Pessoa, mas não houve condições técnicas para montar a operação. O investimento seria de R$ 1,5 milhão. O Rio Grande do Norte, na verdade, não reconquistou o voo charter, já que ele nunca deixou de pousar em Natal. A Paraíba é que não conseguiu realizar o intuito de receber o primeiro charter internacional de sua história.
Edwin Suikerbuik, da Brasil International Tours, que atende o voo em Natal, lembra que a operação traz, em média, 80% de holandeses. O restante é dividido entre belgas, escandinavos, lituanos, ingleses e franceses. Amsterdã é uma espécie de hub do Norte da Europa. O aeroporto de Schiphol recebe muitos voos e trens pela manhã, que dão conexão para o charter de Natal, que sai no início da tarde.
Edwin Suikerbuik, da Brasil International Tours, que atende o voo em Natal, lembra que a operação traz, em média, 80% de holandeses. O restante é dividido entre belgas, escandinavos, lituanos, ingleses e franceses. Amsterdã é uma espécie de hub do Norte da Europa. O aeroporto de Schiphol recebe muitos voos e trens pela manhã, que dão conexão para o charter de Natal, que sai no início da tarde.
O voo charter Amsterdã-Natal é operado ás terças-feiras em Boeing 767-300 da empresa charteira Arkefly, com capacidade para 272 passageiros (260 na classe econômica e 12 na executiva). Na vinda, faz escala em Fortaleza, onde descem no máximo 30 passageiros. Segundo Edwin, a ocupação do voo está em torno de 60%. Por isso, durante seis semanas seguidas, Fly Brazil e Tui Holanda trouxeram uma média de 20 agentes de viagens e alguns jornalistas da Holanda em cada voo, para promover o Rio Grande do Norte.
Ainda de acordo com Edwin, 70% dos passageiros do charter vão para a Pipa. O resto fica em Natal. A Fly Brazil tem 70% da aeronave, enquanto a Tui fica com os outros 30%. Um pacote de duas semanas no Rio Grande do Norte, incluindo uma semana no interior, custa em torno de 900 euros. O que chamam de roteiro pelo interior é um programa que inclui João Pessoa, Campina Grande, Nova Jerusalém, Caruaru e Recife. Os hotéis da capital potiguar que recebem os turistas do voo da Holanda são Pestana, Serhs, Rifóles, D Beach, Morro do Careca e Serrantes. Na Pipa: Ocean View, Pousada da Bárbara, Coco Fresco, Brasil Tropical Village, Solar da Pipa, Enseada dos Golfinhos, Morada dos Ventos e Tamanduá.
Ainda de acordo com Edwin, 70% dos passageiros do charter vão para a Pipa. O resto fica em Natal. A Fly Brazil tem 70% da aeronave, enquanto a Tui fica com os outros 30%. Um pacote de duas semanas no Rio Grande do Norte, incluindo uma semana no interior, custa em torno de 900 euros. O que chamam de roteiro pelo interior é um programa que inclui João Pessoa, Campina Grande, Nova Jerusalém, Caruaru e Recife. Os hotéis da capital potiguar que recebem os turistas do voo da Holanda são Pestana, Serhs, Rifóles, D Beach, Morro do Careca e Serrantes. Na Pipa: Ocean View, Pousada da Bárbara, Coco Fresco, Brasil Tropical Village, Solar da Pipa, Enseada dos Golfinhos, Morada dos Ventos e Tamanduá.
Fonte: Jornal Tribuna do Norte



3 comentários:
isso é uma vergonha para o nosso estado, incapaz ate de receber um voo internacional por falta de apoio do governo do estado, mais esta atitude nao capta votos, nao é srs gestores, atinge outra classe, digamos, mais independente.vao trabalhar para nosso estado crescer, a exemplo de rio grande do norte e pernambuco, com açoes mais concretas.
A Paraiba ainda cresce por açoes da parte privada e chegou a um ponto ou vai ou vai, mas sem apoio de governantes (PESSOAS.
Esse governador so sabe mentir agir que é bom noada. Nunca se mentio tanto em tão pouco tempo na historia da Paraiba.
Why should the Government of Paraiba pay for the handling of a flight that carries passengers mainly staying in PE and RN hotels?
Until PB has established itself well enough in the Dutch/Belgian/German tourist market, and its (city) beach hotels can compete with those in the neighbouring states, a direct flight from Amsterdam to Joao Pessoa makes no sense.
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