Em contato com o superintendente do Aeroporto João Suassuna, o competente Nilson Silva Suassuna, a movimentação no aeroporto de Campina Grande vem batendo recorde. Em 2008 foram 66.293 embarques / desembarques, em 2009 foram 82.225 embarques/desembarques; já agora em 2010 até outubro o movimento de passageiros já chegou a 94.661 embarques/desembarques. Com certeza Campina Grande ultrapassará os 100 mil embarques/desembarques até final de 2010.
Copa de 2014 e o mercado doméstico.
Analisando a palestra do vice-presidente da Associação Brasileira dos Agentes de Viagens, Juarez Cintra, fiquei admirado com sua chamada de atenção para as questões internas pouco discutidas visando a Copa de 2014. Destaco um dos principais problemas para o país receber turistas, são os aeroportos e estradas.
Estão dando um foco muito grande nos principais hubs, enquanto os aeroportos regionais estão esquecidos. Para o vice-presidente da ABAV Nacional, cerca de 80% dos turistas que se movimentarão no Brasil, especialmente durante a Copa, serão brasileiros. Bem lembrado tal questão, pois se analisarmos, é necessário melhorar a infraestrutura dos aeroportos, não apenas os das cidades-sede, pois o turista se movimenta pelo país. Está sendo dado um foco muito grande aos turistas internacionais e estão esquecendo do mercado doméstico.
Também são necessário investimentos nas estradas e na mobilidade dos turistas, que certamente não virão ao país apenas para assistir aos jogos, mas também para conhecer melhor o destino. Na Europa, pode-se alugar um carro e conhecer até outros paises, aqui isso é difícil. O turista não quer apenas ver jogos, ele quer conhecer o país, então entra a questão dos aeroportos regionais e das estradas.
Por fim, esse evento pode representar uma importante vitrine para o turismo no país, mas é necessário ter muita atenção para que essa grande exposição do Brasil não seja um tiro no próprio pé. “Se a Copa for realizada como se deve fazer, sem escândalos e com segurança, será uma grande vitrine para o Brasil. Caso nada disso seja feito, se tivermos caos nos aeroportos, assaltos e problemas de locomoção para os estádios, o efeito será exatamente o contrário”.
Copa de 2014 e o mercado doméstico.
Analisando a palestra do vice-presidente da Associação Brasileira dos Agentes de Viagens, Juarez Cintra, fiquei admirado com sua chamada de atenção para as questões internas pouco discutidas visando a Copa de 2014. Destaco um dos principais problemas para o país receber turistas, são os aeroportos e estradas.
Estão dando um foco muito grande nos principais hubs, enquanto os aeroportos regionais estão esquecidos. Para o vice-presidente da ABAV Nacional, cerca de 80% dos turistas que se movimentarão no Brasil, especialmente durante a Copa, serão brasileiros. Bem lembrado tal questão, pois se analisarmos, é necessário melhorar a infraestrutura dos aeroportos, não apenas os das cidades-sede, pois o turista se movimenta pelo país. Está sendo dado um foco muito grande aos turistas internacionais e estão esquecendo do mercado doméstico.
Também são necessário investimentos nas estradas e na mobilidade dos turistas, que certamente não virão ao país apenas para assistir aos jogos, mas também para conhecer melhor o destino. Na Europa, pode-se alugar um carro e conhecer até outros paises, aqui isso é difícil. O turista não quer apenas ver jogos, ele quer conhecer o país, então entra a questão dos aeroportos regionais e das estradas.
Por fim, esse evento pode representar uma importante vitrine para o turismo no país, mas é necessário ter muita atenção para que essa grande exposição do Brasil não seja um tiro no próprio pé. “Se a Copa for realizada como se deve fazer, sem escândalos e com segurança, será uma grande vitrine para o Brasil. Caso nada disso seja feito, se tivermos caos nos aeroportos, assaltos e problemas de locomoção para os estádios, o efeito será exatamente o contrário”.
Fonte: Portal Paraiba Online



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