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By Ferramentas Blog

04 fevereiro 2011

Aconteceu na Paraíba: OceanAir manda piloto 'decolar de qualquer jeito'

Fokker 100 da OceanAir (hoje Avianca Brasil) no Pátio do Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto
O fato aconteceu no ano de 2008, ano em que a empresa atuou no Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto, quando 93 passageiros que embarcariam no 5161 da OceanAir na tarde daquela sexta-feira dia de Janeiro de 2008 de João Pessoa para Brasília foram obrigados a embarcar em uma aeronave que não teria condições técnicas para o voo. 

A denúncia na época da reportagem foi feita por um dos passageiros, identificado apenas pelo nome de Alberto. "O piloto nos confidenciou que o avião não tinha condições de decolar, mas que ele estaria sendo obrigado pela companhia a voar", denunciou o passageiro. 


O martírio dos passageiros daquele voo da Oceanair teve início na tarde da sexta-feira, quando os funcionários que estavam no guichê da empresa não sabiam explicar a razão da demora do embarque, isso às 14h30. Somente às 20h30 é que os passageiros foram comunicados do cancelamento do vôo. Todos foram hospedados no Hotel JR, no Centro de João Pessoa, segundo Alberto, cinco pessoas em cada quarto. "Um imenso constrangimento".
 


Balcão de Check in da Empresa no Terminal Paraibano
Às 6h do dia seguinte , um sábado, todos os passageiros foram acordados por um funcionário da companhia aérea e levados para o aeroporto para embarcar, segundo Alberto, quando soube, através do piloto, que o avião ainda apresentava um problema técnico, não explicado pela Oceanair.
 


Alberto reclamou ainda da falta de infra-estrutura do aeroporto, pois não havia serviço de lanchonete e nem de restaurante. Para piorar a situação, segundo ele, não havia no aeroporto funcionários da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) e nem mesmo da Polícia Federal.
 


A reportagem do jornal que cobriu o fato na época do ocorrido tentou ouvir a Oceanair, mas, depois de falar com quatro funcionários da empresa por telefone, não conseguiu descobrir sequer se o voo havia chegado ao destino em segurança e nem se o avião havia passado ou não por manutenção. 
Matéria Publicada por: Jornal Correio da Paraíba

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