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By Ferramentas Blog

06 junho 2011

Aconteceu na Paraíba: Campina Grande recebeu uma Célula de Comunicação e Controle

 

O Fato ocorreu em 2010 entre os dias 28 de outubro e 19 de novembro, o Nordeste brasileiro foi  palco do maior exercício de combate aéreo combinado da América do Sul, a Operação Cruzeiro do Sul V (CRUZEX V). Com a participação das Forças Aéreas do Brasil, Estados Unidos, França, Argentina, Chile e Uruguai, a CRUZEX V levou para o Rio Grande do Norte, Ceará e Pernambuco 92 aeronaves, como os caças A-4 da Argentina, A-1, A-29 e F-5EM, do Brasil, F-16 do Chile e dos Estados Unidos, Rafale e F-2000 da França e IA-58 do Uruguai.

Num conflito armado, para que as Unidades Aéreas desdobradas possam conhecer, cumprir e relatar suas missões, é fundamental que toda a estrutura de comunicação e controle esteja pronta e apta para as trocas de informações seguras com o centro de Comando.

No Aeroporto João Suassuna, em Campina Grande (PB), o Primeiro Grupo de Comunicações e Controle (1° GCC) finalizou a montagem da Seção Móvel de Operações Aéreas para que o Sétimo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (7°/8° GAv – Esquadrão Harpia) possa se comunicar com o Comando de Operações da CRUZEX V.

Foi instalado um Shelter, uma espécie de barraca climatizada, com uma estação de comunicação via satélite para disponibilizar sinais de rede, telefonia e videoconferência, e uma estação de rádio HF (alta frequencia) para comunicação de voz e backup dos dados em caso de perda do sinal de satelite. Também foram instalados cinco computadores, impressora, data-show e telões de projeção para contatos em tempo real.

O Tenente Túlio Barbosa Leal, do 3°/1° GCC, explicou que sem o suporte em terra que garanta a segurança das comunicações, fica reduzida a capacidade operacional do Esquadrão Aéreo, comprometendo a cadeia de Comando e Controle, fundamental para o sucesso no combate. “Nós damos o apoio fundamental para que haja a comunicação entre a unidade deslocada e o Comando do Exercício, para que as ordens de missão e os posteriores relatórios possam tramitar com segurança. Desta forma, posso dizer que sou um elo de apoio à Unidade Aérea, pois sem comunicações, ela ficaria isolada e vulnerável”, ressalta.

Para que todo esse aparato possa funcionar sem interrupção, foram instalados também geradores como backups da energia local e uma unidade de energia ininterrupta (UPS) para manter o fornecimento constante e estabilizado.


Foto: Tenente Alexandre Fernandez / Agência Força Aérea 
Fonte: www.fab.mil.br/ Blog SBKG

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