As companhias aéreas TAM, Gol e Webjet retomaram no começo da tarde desta última sexta-feira (10) parte das operações para aeroportos da Região Sul do país, que estavam paralisadas em razão da nuvem de cinzas provocada pelo vulcão chileno Puyehue.
A TAM retomou os voos para Porto Alegre e Florianópolis, mas manteve os cancelamentos de voos com destino aos aeroportos de Buenos Aires, na Argentina, e Montevidéu, no Uruguai.
A Gol restabeleceu a operação para os terminais de Florianópolis, Navegantes e Joinville, todos em Santa Catarina. Os voos previstos para Porto Alegre e Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, Chapecó (SC), Buenos Aires (Argentina) e Montevidéu (Uruguai) permanecem cancelados.
A Webjet informou que está operando normalmente, com suspensão de pousos e decolagens apenas do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. A Azul, que também opera voos para o Sul do país, decidiu manter os cancelamentos de voos de ida ou volta para a região.
De acordo com a Força Aérea Brasileira (FAB), a nuvem de cinza vulcânica começou a se dissipar e, em território brasileiro, está concentrada agora apenas no Rio Grande do Sul. Durante a madrugada, a nuvem chegou a cobrir 70% da área do estado.
A TAM retomou os voos para Porto Alegre e Florianópolis, mas manteve os cancelamentos de voos com destino aos aeroportos de Buenos Aires, na Argentina, e Montevidéu, no Uruguai.
A Gol restabeleceu a operação para os terminais de Florianópolis, Navegantes e Joinville, todos em Santa Catarina. Os voos previstos para Porto Alegre e Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, Chapecó (SC), Buenos Aires (Argentina) e Montevidéu (Uruguai) permanecem cancelados.
A Webjet informou que está operando normalmente, com suspensão de pousos e decolagens apenas do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. A Azul, que também opera voos para o Sul do país, decidiu manter os cancelamentos de voos de ida ou volta para a região.
De acordo com a Força Aérea Brasileira (FAB), a nuvem de cinza vulcânica começou a se dissipar e, em território brasileiro, está concentrada agora apenas no Rio Grande do Sul. Durante a madrugada, a nuvem chegou a cobrir 70% da área do estado.
Fonte: Agência Brasil/ Portal Turismo em Foco



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