O faturamento de uma agência de viagens que funciona na Rocinha, maior favela da zona sul do Rio, cresceu 80% depois que o dono começou a vender passagens aéreas no carnê, uma solução para quem não tem acesso ao cartão de crédito Com opção de pagamento em até 12 vezes sem juros, “sem comprovação de renda”, a modalidade se tornou o carro-chefe da agência. É responsável por 60% da atual receita bruta.
Mais de 90% das passagens são vendidas para moradores da comunidade que desejam visitar familiares em suas cidades de origem. Fortaleza (CE), João Pessoa (PB) e Teresina (PI) lideram a preferência. A agência, RC Viagens, funciona desde dezembro de 2009. Os primeiros pacotes e passagens eram vendidos no sótão da casa dos pais do turismólogo Adriano Costa, de 41 anos. “Vi que havia uma demanda. A população daqui é enorme”, diz.
Fonte: Agência Estado/Portal Turismo em Foco



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