Os números apresentados pela Anac para o Castro Pinto, na Grande João Pessoa, são contestados pela administração do aeroporto.
Os números apresentados pela Anac para o Castro Pinto, na Grande João Pessoa, são contestados pela administração do aeroporto. Segundo o superintendente da Infraero em João Pessoa, Alexandre Oliveira, a agência não estaria considerando as receitas de navegação aérea, que chegaram a quase R$ 8 milhões em 2010.
“O resultado da Anac tem este déficit porque não considera essa receita, que é uma fonte de renda importante”, esclareceu. A direção da Infraero diz ainda que os números publicados pela Anac não incluem tarifas geridas por outros órgãos, o que seria a discordância dos dados.
Com a soma deste recurso, o prejuízo do Castro Pinto no ano passado cairia de R$ 7,9 milhões para apenas R$ 1,02 milhão, o que seria um resultado normal, segundo Oliveira.
“No ano passado, o nosso prejuízo foi ínfimo. Neste ano, já temos um pequeno superávit, o que nos leva acreditar que fecharemos 2011 com um saldo positivo”, projeta.
Oliveira afirma que até julho deste ano, o aeroporto está com um superávit de R$ 907 mil, o que gera uma "expectativa positiva na administração aeroportuária". Apesar da discordância, o superintendente confessa que o custo de manutenção de um aeroporto é muito elevado, e que muitos dos custos são obrigatórios.
“O que podemos fazer é tentar receber receita operacional com tarifas de embarques e desembarques e receitas comerciais. Por conta disso, os aeroportos têm de ser cada vez mais centros de compras, com lanchonetes e lojas para aumentar a receita”, explica Oliveira.
Atualmente, o Castro Pinto conta com 15 estabelecimentos comerciais e deve ganhar um novo posto de combustíveis para aviões, a Shell. O aeroporto já conta com um da Petrobras.
Fonte: Portal Jornal da Paraíba Online




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