Uma área de cerca de 170.000m² usada pela Vasp no Aeroporto de Congonhas/SP, um dos mais movimentados do país, deve ser liberada até o fim do ano e devolvida à Infraero. A expectativa é do juiz titular da 1ª Vara de Falências de São Paulo, Daniel Carnio Costa, responsável pelo processo de falência da Vasp, e do presidente da Comissão Executiva do Programa Espaço Livre Aeroportos, juiz auxiliar Marlos Melek, que participaram na quinta-feira (26) de uma visita ao local.
O programa, da Corregedoria Nacional de Justiça, tem como finalidade remover dos aeroportos toda a sucata de aviões pertencentes a empresas aéreas que faliram nos últimos anos e ainda ocupam espaços nos terminais.
O programa, da Corregedoria Nacional de Justiça, tem como finalidade remover dos aeroportos toda a sucata de aviões pertencentes a empresas aéreas que faliram nos últimos anos e ainda ocupam espaços nos terminais.
No Aeroporto de Congonhas, a área usada pela falida Vasp ainda hoje abriga aeronaves abandonadas, sucata de aviões já desmontados e antigos escritórios, além de um parque de peças de reposição da ex-companhia aérea.
“Trata-se de um espaço nobre, equivalente a 10% da área do Aeroporto, por isso nossa prioridade esse ano é desmontar as aeronaves, vender as peças e liberar essa área”, afirmou o juiz Daniel Carnio Costa, um dos parceiros do programa Espaço Livre. Quando foi decretada a falência da Vasp, 27 aeronaves sucateadas foram abandonadas em aeroportos brasileiros. Destas, nove estavam no aeroporto de Congonhas: sete Boeings 737-200 e dois Airbus A300.
“Trata-se de um espaço nobre, equivalente a 10% da área do Aeroporto, por isso nossa prioridade esse ano é desmontar as aeronaves, vender as peças e liberar essa área”, afirmou o juiz Daniel Carnio Costa, um dos parceiros do programa Espaço Livre. Quando foi decretada a falência da Vasp, 27 aeronaves sucateadas foram abandonadas em aeroportos brasileiros. Destas, nove estavam no aeroporto de Congonhas: sete Boeings 737-200 e dois Airbus A300.
Fonte: Agência CNJ de Notícias



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