Os números reais mostram que a Capital paraibana figura bem atrás dos líderes do ranking nordestino. Na ponta da tabela, com quase 7 milhões de passageiros ano passado, Salvador quantifica a longa distância que a capital paraibana terá que percorrer. Mas as estatísticas – que sempre sinalizam tendências – animam.
“Mantendo a média de janeiro – de 94 mil passageiros – podemos chegar a um milhão de embarques e desembarques este ano”, calcula o senador Roberto Cavalcanti.
Um dos dados que o parlamentar paraibano evidenciará nas negociações com Jobim (ministro da Defesa) é o que indica a alta taxa de ocupação dos voos de João Pessoa. “Aracaju tem mais oferta e ficou atrás de João Pessoa em número de embarques e desembarques”, compara Cavalcanti.
Ele acredita que a ampliação da infra-estrutura aeroportuária deve seguir um critério elementar: “Onde há procura, tem que ter oferta”, diz o senador. “Ampliando a estrutura, as companhias aéreas ampliarão também a oferta de voos”.
E a franca expansão da demanda, segundo Cavalcanti, se cristaliza na comparação com os dados dos demais estados. As três capitais com maior volume de embarques e desembarques – Salvador, Recife e Fortaleza, nesta seqüência – apresentaram crescimento inferiores a 15%. “Isto significa menos da metade do incremento registrado aqui”, aponta.
fonte: Jornal Correio da Paraíba



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